Pode-se dizer que a pessoa que nunca deixou a peteca cair foi o nosso mentor, o Gaspar. Em nenhum momento ele hesitou, ou deixou de confiar no projeto e na gente, seus três padawns.

Com a obra concluída, começamos a trabalhar nos acabamentos e móveis e, ao mesmo tempo, começamos a comercializar alguns pares de calçados. Cada nova técnica que o Gaspar nos ensinava; prazer do êxito em conseguir realizar os projetos com qualidade… Tudo só nos motivava mais. A necessidade de conhecer mais sobre o assunto e poder criar nossos próprios modelos só aumentava.

Foi quando me deparei com o livro Design de Sapatos, de Aki Choklat:

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Posso dizer que esse livro foi de certa forma um mentor também! Ele introduz técnicas de criação e desenvolvimento de calçados e apresenta também diversos cases de sucesso! É um conteúdo bem técnico e completo pra quem deseja aprender sobre essa arte. Eu me apaixonei mais pelo oficio a cada página, é sem dúvida um exemplar que não pode faltar na prateleira!

O pessoal do blog Design e Moda fez uma publicação à respeito, que pode ser lida aqui.

design e a moda
Clique para ver a imagem em tamanho maior.

Ainda buscando uma forma de organizar todas as nossas atividades, entre pesquisas de referências, similares, etc, nos deparamos com o Staple Design. Trata-se de uma empresa, que atua no desenvolvimento de identidade visual, embalagens, branding, e além disso, tem a sua própria marca de roupas, a Staple Pigeon, e tudo funciona no mesmo prédio, em Nova York! Já trabalharam com empresas como a Nike e Puma, seu portfólio é de dar suspiros, e as roupas são sensacionais.

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Cada dia em que eu precisava sair do trabalho e ir pra oficina, como passamos a chamar o nosso espaço – ou projeto de espaço – era um alívio. Foi o que me salvou de não enlouquecer no fim da faculdade e no trabalho maçante que eu precisei frequentar nos últimos dois anos e meio. Não que não tenha me proporcionado coisas boas, aprendi muito e conheci algumas das pessoas mais incríveis do sul mundo. Sei que meus amigos e futuros sócios estavam na mesma situação, mas nos encontramos tão envolvidos com o projeto que simplesmente não dava mais pra aplicar o mesmo entusiamo em nossos empregos daquela época.

Não tava fácil administrar todas as atividades e foi difícil escolher a hora certa de sair daqueles empregos. A gente prefere acreditar que tudo aconteceu no momento certo e que assim foi melhor (claro!).

 

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